Biologia reprodutiva do lagarto Teiú, Salvator merianae (Duméril & Bibron, 1839) (Squamata, Teiidae)

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dc.contributorCurso de Especialização em Animais de Interesse em Saúde: Biologia Animalpt_BR
dc.contributorLaboratório de Ecologia e Evolução (LEEV)pt_BR
dc.contributor.advisorAlmeida-Santos, Selma Mariapt_BR
dc.contributor.advisorLobo, Luis Miguelpt_BR
dc.contributor.authorSantos, Eliton Vieira dospt_BR
dc.date.accessioned2021-05-13T15:15:17Z-
dc.date.available2021-05-13T15:15:17Z-
dc.date.issued2020pt_BR
dc.date.submitted2020-
dc.identifier.citationSANTOS, Éliton Vieira. Biologia Reprodutiva do Lagarto Teiú, Salvator merianae (Squamata, Teiidae). 2020. 62p. Trabalho de conclusão de curso (Especialização em Animais de Interesse em Saúde: Biologia Animal) – Centro Formador de Recursos Humanos Para o SUS/SP; Instituto Butantan, São Paulo, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.butantan.gov.br/handle/butantan/3723-
dc.description.abstractTropical lizards have a great diversity of reproductive patterns influenced by environmental factors. Reproductive cycles may be mouldable in tropical areas, mainly due to climatic complexity. However, reproductive biology studies of lizards are more developed with species from temperate regions. Salvator merianae, popularly known as Tegu Lizard, is an oviparous, large (up to 1600 mm) diurnal animal, active and terrestrial forager, has the largest geographical distribution of its kind, occurring in 14 of 26 Brazilian states. Tegu Lizards are often seen exposed to the sun during the summer and in the cold months remain untouched and inactive for long periods (hibernation). Overall, Squamata have a wide variety of reproductive strategies that have evolved to meet environmental challenges. Although Salvator merianae is a well-known and widely distributed species, aspects of its reproductive biology are little explored. In this work the reproductive biology of males and females of the species Salvator merianae was investigated through morphological and histological analysis of Brazilian specimens. For this purpose, safeguarded specimens were evaluated in zoological collections with collections of vagina, ovaries, uterus and infundibulum tissues in females, as well as testes, epididymis, vas deferens and kidney in male specimens. Samples were processed for histological analysis (H/E) and observed under light microscopy (Olympus BX51). Most of the specimens have been collected in summer and spring, when they actively breed. The CRL of males ranged from 85.44 mm to 381 mm and females ranged from 88.61 mm to 342 mm. In immature males, the testis is characterized by seminiferous tubules without lumen. The smallest mature male was collected in the spring presenting the CRL (250 mm). This specimen was at the beginning of sperm and the KSS was not hypertrophied, probably because KSS had not yet received the testosterone hormone induction produced by the testis. The other male specimens presented testis in peak spermatogenesis, with sperm storage in the epididymis and vas deferens and hypertrophied KSS. In females, all were found in V1. Sperm storage receptacles were also observed in the posterior infundibles, but without the presence of sperm. Data regarding sexual dimorphism did not differ between male and female specimens.pt_BR
dc.format.extent62 p.pt_BR
dc.language.isoPortuguesept_BR
dc.rightsOpen Accesspt_BR
dc.titleBiologia reprodutiva do lagarto Teiú, Salvator merianae (Duméril & Bibron, 1839) (Squamata, Teiidae)pt_BR
dc.title.alternativeReproductive biology of the Teiú lizard, Salvator merianae (Duméril & Bibron, 1839) (Squamata, Teiidae)pt_BR
dc.typeAcademic monographpt_BR
dc.subject.keywordSquamatapt_BR
dc.subject.keywordTeiidaept_BR
dc.subject.keywordLagartospt_BR
dc.subject.keywordReproduçãopt_BR
dc.subject.keywordBiologiapt_BR
dc.subject.keywordHistologiapt_BR
dc.subject.keywordSquamatapt_BR
dc.subject.keywordTeiidaept_BR
dc.subject.keywordLizardspt_BR
dc.subject.keywordReproductionpt_BR
dc.subject.keywordBiologypt_BR
dc.subject.keywordHistologypt_BR
dc.contributor.butantanSantos, Eliton Vieira dos|:Aluno|:Curso de Especialização em Animais de Interesse em Saúde: Biologia Animalpt_BR
dc.contributor.butantanAlmeida-Santos, Selma Maria|:Pesquisador|:Laboratório de Ecologia e Evolução (LEEV)pt_BR
dc.contributor.butantanLobo, Luis Miguel|:Técnico|:Laboratório de Ecologia e Evolução (LEEV)pt_BR
dc.identifier.bvsccBR78.1pt_BR
dc.identifier.bvsdbIBProdpt_BR
dc.identifier.bvsdbEspecializacaoSESpt_BR
dc.degree.levelEspecializaçãopt_BR
dc.degree.grantorSecretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Centro de Formação de Recursos Humanos para o SUS/SP Dr. Antônio Guilherme de Souzapt_BR
dc.degree.grantorInstituto Butantanpt_BR
dc.degree.localSão Paulopt_BR
dc.degree.programEspecialização na Área da Saúdept_BR
dc.description.abstractptLagartos tropicais possuem uma grande diversidade de padrões reprodutivos influenciado por fatores ambientais. Ciclos reprodutivos podem apresentar maleabilidade em áreas tropicais, devido principalmente à complexidade climática. No entanto, estudos de biologia reprodutiva de lagartos são mais desenvolvidos com espécies de regiões temperadas. Salvator merianae, conhecida popularmente como Teiú, é um lagarto ovíparo, de grande porte (até 1600 mm) diurno, forrageador ativo e terrestre, possui a maior distribuição geográfica do gênero, com ocorrência em 14 dos 26 estados brasileiros. Os Teiús frequentemente são vistos expostos ao sol durante o verão e nos meses frios permanecem entocados e inativos por longos períodos (hibernação). De modo geral, os Squamata possuem uma ampla variedade de estratégias reprodutivas que evoluíram para enfrentar desafios do ambiente. Apesar de Salvator merianae ser uma espécie bastante conhecida e de ampla distribuição, aspectos de sua biologia reprodutiva são pouco explorados. Nesta pesquisa foi descrita a biologia reprodutiva de machos e fêmeas da espécie Salvator merianae através de análises morfológicas e histológicas de espécimes brasileiros. Para isso, foram avaliados espécimes salvaguardados em coleções zoológicas com coletas de tecidos da vagina, ovários, útero e infundíbulo nas fêmeas, assim como testículos, epidídimo, ducto deferente e rim nos espécimes machos. As amostras foram processadas para análises histológicas Hematoxilina/Eosina (H/E) e observadas sob microscopia de luz (Olympus BX51). A maior parte dos exemplares foram coletados no verão e primavera, estação onde se reproduzem ativamente. O comprimento rostro-cloacal (CRC) dos machos variou entre 85,44 mm a 381 mm e das fêmeas variou de 88,61 mm a 342 mm. Nos machos imaturos, o testículo é caracterizado por túbulos seminíferos sem lúmen. O menor macho maduro foi coletado na primavera apresentando o CRC (250 mm). Este espécime estava no início da espermiação e o SSR não estava hipertrofiado, provavelmente porque o SSR ainda não havia recebido a indução hormonal da testosterona produzida pelo testículo. Os demais exemplares machos apresentaram testículo em pico de espermatogênese, com estocagem de espermatozoides no epidídimo e ducto deferente e SSR hipertrofiado. Nas fêmeas, todas se encontraram em vitelogênese primária (V1). Foram observados também receptáculos de estocagem de espermatozoides nos infundíbulos posteriores, porém, sem presença de espermatozoides. Os dados referentes a dimorfismo sexual não divergiram entre espécimes machos e fêmeas.pt_BR
item.grantfulltextnone-
item.languageiso639-1Portuguese-
item.openairetypeAcademic monograph-
item.fulltextSem Texto completo-
crisitem.author.dept#PLACEHOLDER_PARENT_METADATA_VALUE#-
crisitem.author.orcid#PLACEHOLDER_PARENT_METADATA_VALUE#-
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