Avaliação da transferência passiva de imunoglobulinas específicas do gênero Bothrops de éguas hiperimunizadas para o neonato

Translated title
Evaluation of passive transfer of immunoglobulins specific to the Bothrops genus of hyperimmunized mares to the neonate

Publication type
Academic monograph
Language
Portuguese
Access rights
Open Access
Abstract
The placenta epiteliocorial mare, prevents the passage of macromolecules such as IgG's immunoglobulins to the fetus, causing the newborn come to highly susceptible to exogenous microorganisms world, depending exclusively colostrum, rich in mother immunoglobulins, which will give you protection passively during the first hours of life. This work aimed to evaluate the transfer of specific immunoglobulins Bothrops of hipperimmunized mares during the sixth month of pregnancy to the newborn, using the ELISA test (enzyme-linked immuno sorbent) by checking the correlation of specific immunoglobulin concentration maternal serum for the newborn. Five mares and five neonates were used for this purpose. The first blood sample was collected from the mares seven days before they gave birth. The deliveries were followed and samples of newborns followed the following times: T0 before ingestion of colostrum, T1 after 24 hours of colostrum intake, T2 48 hours after ingestion of colostrum and T3 30 days after birth. They were processed by the Hyperimmune Plasma Processing Section- Instituto Butantan. It was observed that three mares obtained the transfer of specific immunoglobulins for newborn, keeping the constant level of immunoglobulins in 12h, 48h and 30 days after birth. A mare did not obtain the necessary value to be considered hyperimmunized, so there was no transfer to the neonate. And another mare obtained a titration considered for hyperimmunization however, its neonate had no specific immunoglobulin value found in the serum at all times.
metadata.dc.description.abstractpt
A placenta da égua epiteliocorial, impede a passagem de macromoléculas como as imunoglobulinas IgG’s para o feto, fazendo com que o recém-nascido venha ao mundo extremamente susceptível aos microrganismos exógenos, dependendo exclusivamente do colostro, rico em imunoglobulinas da mãe, que lhe dará proteção passivamente durante as primeiras horas de vida. Esse trabalho objetivou a avaliação da transferência de imunoglobulinas especificas do gênero Bothrops de éguas hiperimunizadas durante o sexto mês de gestação para o neonato, mediante a utilização do teste de ELISA (enzyme-linked immuno sorbent), verificando a correlação da concentração de imunoglobulina específica do soro materno para o neonato. Para isso foram utilizadas cinco éguas e cinco neonatos. A primeira amostra de sangue foi coletada das éguas sete dias antes de parirem. Os partos foram acompanhados e as amostras dos neonatos seguiram os seguintes tempos: T0 antes da ingestão do colostro, T1 após 24 horas da ingestão do colostro, T2 48 horas após a ingestão do colostro e T3 30 dias após o nascimento. Foram processadas pela Seção de Processamento de Plasma Hiperimune-Instituto Butantan. Observou-se que três éguas obtiveram a transferência de imunoglobulinas específicas para o neonato, mantendo o nível de imunoglobulinas constante em 12h, 48h e 30 dias após nascimento. Uma égua não obteve o valor necessário para ser considerada hiperimunizada, por isso não houve transferência para o neonato. E outra égua obteve uma titulação considerada para a hiperimunização porém, o seu neonato não teve valor de imunoglobulinas específicas encontradas no soro em todos os momentos.
Link to cite this reference
https://repositorio.butantan.gov.br/handle/butantan/3777
Issue Date
2019


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